ENTRE A PALAVRA E O RUÍDO NÃO EXISTE ANTES NEM DEPOIS, 2019

 

A performance  “Entre a palavra e o ruído não existe antes nem depois” – trata de um experimento poético-danço-sonoro de improvisação, criado a partir do livro MANUSCORTE. A narrativa sonora se inicia com o som das tesouras (Henrique Iwao) e desemboca na leitura do livro pré-gravada (Sylvia Amélia), picotada na mesa de edição e alterada para timbres diversos (Miguel Javaral). A voz é um instrumento enquanto o corpo executa gestos rítmicos (Marlaina Roriz) sugeridos pelo som remixado. Das chapas de alumínio penduradas por cabos de aço – a matriz de impressão em offset do livro – se extraem sons metálicos pelas mãos que tocam uma matéria sonora retumbante, ecos e tremulações (Dorothé Depeauw). Microfone presos nas placas gravam, amplificam e modificam a matéria sonora (Paulo Dantas) retransmitida para o espaço.  As fronteiras entre o ler e ver, exploradas pelo livro em papel se amplificam para o campo do corpo, do som e do gesto, provocando outras percepções a partir dessas alterações sonoro-plásticas. Segue aqui o poema sonoro captado por Paulo Dantas e mixado por Henrique Iwao. Fotografias  de Mayara Laila. A performance aconteceu na abertura da individual da Artista na AM Galeria. 

LINK :   https://archive.org/details/2019_manuscorte_performance

 

A performance  “Entre a palavra e o ruído não existe antes nem depois” – trata de um experimento poético-danço-sonoro de improvisação, criado a partir do livro MANUSCORTE. A narrativa sonora se inicia com o som das tesouras (Henrique Iwao) e desemboca na leitura do livro pré-gravada (Sylvia Amélia), picotada na mesa de edição e alterada para timbres diversos (Miguel Javaral). A voz é um instrumento enquanto o corpo executa gestos rítmicos (Marlaina Roriz) sugeridos pelo som remixado. Das chapas de alumínio penduradas por cabos de aço – a matriz de impressão em offset do livro – se extraem sons metálicos pelas mãos que tocam uma matéria sonora retumbante, ecos e tremulações (Dorothé Depeauw). Microfone presos nas placas gravam, amplificam e modificam a matéria sonora (Paulo Dantas) retransmitida para o espaço.  As fronteiras entre o ler e ver, exploradas pelo livro em papel se amplificam para o campo do corpo, do som e do gesto, provocando outras percepções a partir dessas alterações sonoro-plásticas. Segue aqui o poema sonoro captado por Paulo Dantas e mixado por Henrique Iwao. Fotografias  de Mayara Laila. A performance aconteceu na abertura da individual da Artista na AM Galeria. 

LINK :   https://archive.org/details/2019_manuscorte_performance